Mulheres na política de Goiás: participação feminina ainda enfrenta desafios.
Em 2026, mulheres representam 39,1% das candidaturas aptas aos cargos de deputada federal e estadual no estado; trajetória de Graciele da Arte Trigo integra o cenário de participação feminina na política goiana.
O cenário político do estado de Goiás sempre enfrentou certa resistência em colocar mulheres em posições de destaque, mas isso mudou nos últimos anos. Atualmente, em 2026, houve um crescimento na representatividade feminina e, nas eleições deste ano, mulheres representam cerca de 39,1% das candidaturas aptas para os cargos de deputada estadual e federal.
Entre os nomes, o da empresária Graciele da Arte Trigo tem ganhado destaque. Ela disputa uma vaga na ALEGO (Assembleia Legislativa de Goiás) pela primeira vez, mas já é veterana no cenário político. Ela foi prefeita de Campo Limpo de Goiás por dois mandatos e também atua como empresária à frente da Arte Trigo.
Graciele é um dos vários exemplos da presença e participação das mulheres na política e em cargos de destaque.
Apesar do crescimento das candidaturas femininas, as masculinas ainda são maioria. Dados eleitorais apontam que, das 813 candidaturas aptas para os cargos de deputado estadual e federal em Goiás, 318 são de mulheres. A discussão sobre a participação das mulheres vai além, apresentando a importância do acesso a recursos para que mais mulheres possam competir e ocupar as cadeiras da Assembleia, do Senado e das Prefeituras de forma justa e equitativa. O aumento do número de mulheres nas disputas eleitorais representa uma dimensão da participação política, mas a representação nos cargos eletivos depende dos resultados das urnas.
Com as eleições de 2026, essa discussão volta ao centro das atenções, e a presença de figuras femininas com experiência, como a de Graciele da Arte Trigo, contribui para discutir os caminhos e desafios encontrados por aquelas que buscam participar das decisões políticas do estado.



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